QUANDO LEÕES VIRAM ALVO – Zé Reinaldo, Jackson, Castelo, Brandão e as perseguições

Na chamada história recente da política maranhense, pelo menos quatro personagens de destaque, que ocuparam o principal assento do Palácio dos Leões, foram alvos de perseguição e retaliações. Foram e são eles: Jackson Kleper Lago, João Castelo Ribeiro Gonçalves, José Reinaldo Tavares e Carlos Orleans Brandão Junior.

Fachada do Palácio dos Leões (Foto Reprodução)

No caso de João Castelo, a perseguição deu-se durante o seu mandato como prefeito de São Luís (2009/2012). O ápice da pressão ocorreu de forma mais acentuada durante a construção dos 800 metros de Avenida Litorânea, obra que sofreu uma infinidade de denúncias por danos ambientais e diversos embargos.

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Casa dos parafusos

Em relação ao ex-governador José Reinaldo a perseguição foi implacável e sem trégua, através de um arsenal midiático montado para desfazer sua imagem de homem público. Até mesmo um jornal impresso de “editorial rasteiro” e de onézima categoria (Veja Agora) foi criado para tentar desconstruir a gestão de Zé Reinaldo. Na ocasião, termos como ‘Zé Carneiro’ e ‘Alexandra Jorge’ eram estampados diariamente nas capas do jornaleco para manchar e macular a imagem do  governador e da primeira-dama.

Já a perseguição contínua a Jackson Lago começou desde sua vitória nas urnas em 2006, enveredando por sua posse como chefe do Executivo até os ritos finais. Processos e mais processos na Corte Suprema transitaram de forma veloz e eficaz até a tomada do governo em definitivo em abril de 2009. Jackson também sofreu retaliações quando prefeito de São Luís em seus três mandatos conquistados legitimamente nas urnas.

Deve-se destacar que o governo Jackson Lago tinha como slogan Agora é a vez do povo.

A propósito, agora é vez do governador Carlos Brandão virar alvo de perseguições políticas por conta do inconformismo dos órfãos do chamado dinismo. Aliás, esse termo dinismo deveria ser rasgado da literatura política, visto que sua origem advém de um atual integrante da Suprema Corte.

Por isso, fica o questionamento: será que em São Paulo existe na literatura política o “moraeslismo”?

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MarcPeças Axixá

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