O assassinato do soldado da Polícia Militar do Maranhão Geidson Thiago da Silva dos Santos, crime praticado pelo prefeito de Igarapé Grande, João Victor Xavier na noite de domingo, além de comoção popular, gerou grande repercussão em níveis local e nacional.

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Logo na segunda-feira à tarde, o autor do delito, acompanhado de advogados, compareceu à Delegacia Regional da Polícia Civil de Presidente Dutra, onde prestou depoimento. Em seguida, deixou a unidade policial pela porta da frente e seguiu viagem.
Tudo isso causou estranheza, espanto e revolta à sociedade. A imprensa local, cumprindo seu papel, vem destacando os desdobramentos do caso. De modo similar, alguns deputados estaduais questionaram autoridades policiais e pediram a prisão do prefeito João Victor.
Na tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Wellington do Curso solicitou a prisão preventiva do prefeito de Igarapé Grande. O parlamentar embasou seu pedido no Código de Processo Penal, destacando que a prisão preventiva é cabível nos casos de garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal ou para assegurar a aplicação da lei penal.
Nesta terça-feira (8), o secretário de Segurança Pública Maurício Ribeiro Martins se manifestou nas redes sociais, declarando que hoje pela manhã a Polícia Civil requereu à Justiça a prisão do autor do crime. Disse ainda que as investigações avançaram e se solidarizou com amigos e familiares da vítima.
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