Antes, a avalanche de institutos de pesquisas só acontecia no Maranhão em anos eleitorais. Agora, esse “fenômeno” virou quase que rotina nos municípios maranhenses, abordando de forma presencial ou por contato telefônico seu alvo em potencial, o eleitor.

Imagem ilustrativa (Reprodução/Internet)
O serviço precisa ser feito, até porque o que importa é satisfazer a vontade do freguês, no caso quem encomendou a pesquisa, seja ela qualitativa ou quantitativa. Os nomes desses tais institutos, para transmitir credibilidade, são os mais sugestivos possíveis. De “Data alguma coisa” até Luneta, o que importa é virar foco na mente das pessoas.
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O pior de tudo, que não tem um critério específico para adotar esses levantamentos. É até sugestivo dizer que não existe órgãos fiscalizadores para esse tipo de trabalho de campo.
Dá até pra sentir saudades do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), que foi uma empresa brasileira de pesquisas de mercado, opinião e política, que virou “sinônimo de pesquisa, evidência e audiência”.
Muitos brasileiros, por anos, usaram o linguajar “esse assunto deu ibope”…
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