FIEMA COM A PALAVRA – Além da produção de cuscuz, o “ideal” seria um Maranhão mais industrializado

O 25 de Maio, Dia da Indústria, novamente deverá “passar batido” em território maranhense pelos órgãos fomentadores do processo de produção fabril. Isso porque, o Maranhão, além de não ter vocação para o segmento industrial, as poucas chaminés instaladas na Ilha de São Luís e no interior do estado, são incapazes de aquecer o setor.

O resistente e irresistível Cuscuz zIdeal (Foto: Reprodução)

É até justo dizer que na região tocantina existem polos siderúrgico, madeireiro, leiteiro e de celulose. Também merece destaque unidades produtoras de bebidas na capital maranhense e um certo polo gesseiro no centro-sul maranhense, mas é muito pouco para o tamanho do Maranhão.

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Casa dos parafusos

Mesmo porque, com uma rede de rodovias e ferrovias que serpenteiam o estado de norte a sul, assim como um gigantesco complexo portuário em São Luís, a produção industrial no Maranhão ainda engatinha.

No máximo,  algumas empacotadoras de adubos e fertilizantes agrícolas, uma produtora de lingotes de alumínio e uma mineradora que só deixa fuligem e poluição nos 27 municípios maranhenses cortados por sua ferrovia.

A Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), segue como se fosse resíduo industrial. Todos sabem que existe, mas não serve pra quase nada!

Viva a fábrica de Cuscuz Ideal, que resiste ao longo de décadas, com seus dois singulares produtos à base de milho e de arroz…

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MarcPeças Axixá

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